sábado, 26 de maio de 2012

Angélico Vieira - Quando te lembrares de mim


Tudo o que eu quero é tornar-me mais forte
Tornar-me mais forte para ti


Para quando te lembrares de mim
Ser capaz de não te dar um sim
Pois sempre que me pedes eu vou
Não sou capaz de te dizer que não estou

Para quando te lembrares de mim
Ser capaz de não te dar um sim
Pois sempre que me pedes eu vou
Não sou capaz de te dizer que não estou
Que não estou

É impossível, negar-te é impossível
Olhar-te bem nos olhos e ser-te resistível


Telefone toca, a razão quer dizer não
Mas quem responde tem mais força
É a voz do coração

Já dei cabeçadas na parede sem conta
Conheço bem o armazém, mas derreto-me pela montra
É tipo um filme que já vi no cinema,
Repeti no dvd, insisto em vê-lo na tv

Chegas suave, reconheces-me bem
Tens as palavras certas e a ternura também
Parece que sim, que agora é diferente
Dás-me a mão, esqueço o passado e acredito no para sempre

Contigo tudo parece fazer sentido
O tempo parece ser sempre reduzido
Mas como um pôr do sol, não duras para sempre
Eu tento-me enganar, mas este não é o teu lugar

Para quando te lembrares de mim
Ser capaz de não te dar um sim
Pois sempre que me pedes eu vou
Não sou capaz de te dizer que não estou

Para quando te lembrares de mim
Ser capaz de não te dar um sim
Pois sempre que me pedes eu vou
Não sou capaz de te dizer que não estou,
Que não estou,
Que não estou

Tu tens tudo o que sempre desejei
Acrescentas-te à minha vida,
O que nem mesmo eu sonhei

O teu sorriso distrai-me de tudo o resto
Prendo-me por completo e tudo me parece tão certo
Não me lembro de sentir isto com alguém
Não preciso de mais nada, contigo eu estou bem

Tu tens o colo que me aconchega,
Protege, embala, dá-me a mão ora isto chega-me
Perfeito seria se tivesses de coração aberto,
Mas há algo que te trava, que não sei em concreto

Questiono-me que amor será este que me prende a respiração
Não há um pedido teu que eu consiga dizer não
Dás-me metade de ti, parece preencher-me por completo
Aninho-me no teu pescoço, acaricio o teu rosto

Sussurro-te ao ouvido que és o meu porto
Seguro não sei se és
Mas és o chão que confio a meus pés

Tenho medo de abrir os olhos e a outra metade não estar por perto
Tenho medo de viver iludido nesta canção de final incerto
Tenho medo de me magoar, pois nunca gostei tanto assim de alguém
Tenho medo, vou-me afastar, sabendo que como te amei a ti,
Não vou amar ninguém

Para quando te lembrares de mim
Ser capaz de não te dar um sim
Pois sempre que me pedes eu vou
Não sou capaz de te dizer que não estou

Para quando te lembrares de mim
Ser capaz de não te dar um sim
Pois sempre que me pedes eu vou
Não sou capaz de te dizer que não estou,
Que não estou.

Sem comentários:

Enviar um comentário

Obrigada por visitar x)
Deixe aqui o seu comentário, responderei o mais rápido possível. Obrigada

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...